O que o artesão faz com as mãos, preserva a HISTÓRIA e CULTURA de um povo, de uma época.
de Mary de Paula

Oração

Señor, haz de mí un instrumento de tu paz.
Donde haya odio, que yo lleve el amor;
donde haya ofensa, que yo lleve el perdón;
donde haya discordia, que yo lleve la unión;
donde haya duda, que yo lleve la fe;
donde haya error, que yo lleve la verdad;
donde haya desesperación, que yo lleve la esperanza;
donde haya tristeza, que yo lleve la alegría;
donde haya tinieblas, que yo lleve la luz.
Oh, Maestro,
haz que yo procure más consolar, que ser consolado;
comprender que ser comprendido;
amar, que ser amado,
pues es dando como se recibe,
es perdonando como se es perdonado,
y es muriendo como se vive para la vida eterna.

San Francisco de Asís

O EMPURRÃO


A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beira do ninho.
Seu coração se acelerou com emoções ao sentir o medo dos filhotes a seus empurrões.
Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? Pensou ela.
O ninho estava bem alto. Abaixo, só abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
E se logo agora, isto não funcionar?
Apesar do medo, ela sabia que era o momento. Sua missão era esta, restava ainda uma tarefa... o empurrão.
Ela encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida, não compreenderão o privilégio que é nascer águia.
O empurrão era o maior presente, era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles... voaram!

Às vezes, em nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia.
São elas que nos empurram para o abismo.
E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar...

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